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Muito Além do Cidadão Kane - na íntegra mais de 1h e 30 min de repúdio a Rede Globo



Esse vídeo foi postado por Fábio, o qual assim o descreveu: "Eu Fabio Alex, pesquisei muito até achar este vídeo na íntegra e sem edição posterior. Além do Cidadão Kane é um documentário produzido pela BBC de Londres - proibido no Brasil desde a estréia, em 1993, por decisão judicial - que trata das relações sombrias entre a Rede Globo de Televisão, na pessoa de Roberto Marinho, com o cenário político brasileiro. - Os cortes e manipulações efetuados na edição do último debate entre Luiz Inácio da Silva e Fernando Collor de Mello, que influenciaram a eleição de 1989. - Apoio a ditadura militar e censura a artistas, como Chico Buarque que por anos foi proibido de ter seu nome divulgado na emissora. - Criação de mitos culturalmente questionáveis, veiculação de notícias frívolas e alienação humana. - Depoimentos de Leonel Brizola, Chico Buarque, Washington Olivetto, entre outros jornalistas, historiadores e estudiosos da sociedade brasileira. 'Todo brasileiro deveria ver Além do Cidadão Kane'"

XV CISO - Encontro Norte e Nordeste de Ciências Sociais/ Pré-Alas









Grupos de Trabalho do Pré-Alas 2012

Confira abaixo os Grupos de Trabalho aprovados para compor a programação do XV CISO.
GT 1:  Cultura, Economia & Finanças Solidária: dilemas e perspectivas

Coordenadores:

Profª. Drª. Alícia Ferreira Gonçalves - UFPB
Profº. Drº. Thiago Ferreira Dias - UFERSA

Ementa: o objetivo deste Grupo de Trabalho é aglutinar pesquisadores que estão atuando no campo da economia solidária e realizar reflexões analíticas e empíricas das teorias sobre a economia solidária produzidas no Brasil e sua pluralidade de manifestações empíricas, tais como – os empreendimentos econômicos solidários, finanças solidárias, comércio justo, moedas sociais, Bancos Comunitários de Desenvolvimento e clubes de trocas – visando à sistematização de estudos que versem sobre a possibilidade de uma visão ampliada do fato econômico a partir das concepções teóricas de pluralismo econômico – a reciprocidade, a redistribuição, a domesticidade e o mercado – de Karl Polanyi e da Teoria da Dádiva de Marcel Mauss e demais integrantes do Movimento Antiutilitarista das Ciências Sociais (M.A.U.S.S.). Dentre os temas centrais a serem discutidos, estão:

Curso de Especialização em Sociologia Urbana

O Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) faz saber aos interessados que, no período de 31 de janeiro a 05 de março de 2012, estarão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Sociologia Urbana para turma com início em 2012/1º semestre.


Inscrições: de 31 de janeiro a 05 de março


Horário: de segunda a sexta-feira, das 14 às 20 horas.


Local: Secretaria dos Cursos de Especialização do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH)

Rua São Francisco Xavier, nº 524, Pavilhão João Lira Filho, 9º
andar, Bloco B, Sala 9.028, Maracanã, CEP 20550-013, Rio de Janeiro, RJ – Telefone: 2334-0549.





Essas informações podem ser conferidas aqui 

Mídia e ibecialidade

BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL.

Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro

Boaventura de Sousa Santos repudia violência no Pinheirinho, em SP

Teoria da Escolha racional: pequeno comentário de introdução


A Teoria da Escolha Racional (TER), de acordo seus promotores, proporcionou nova força aos postulados da racionalidade, ou seja, na procura do próprio interesse por parte do indivíduo, entendido como o direito natural e a lei natural, o qual advoga pela liberdade de usar o próprio poder para conservação da vida e a propriedade. Esta, entendida como “o preceito ou regra geral que estabelecida pela razão que proíbe o ser humano a autodestruição” (HIGGINS, 2005, p. 178).
De acordo com Higgins (2005, p. 179),


A TER assume que a ação individual é instrumental num duplo sentido: por uma parte, o ator sempre está em busca de objetivos determinados mediante a escolha dos meios mais apropriados, e por outra, uma vez atingido o objetivo, tira a máxima utilidade do mesmo.


De acordo com Carvalho (2010), a TER ressalta a relação de desejos pessoais com os limites do ambiente externo, o que leva o indivíduo a determinar uma escala de preferências frente ao contexto de transações que o envolve objetivamente. Movido por seus desejos individuais, o indivíduo busca realizar escolhas que julga ser o melhor para si. Porém, nem sempre possui informações suficientes para a tomada de decisão. Desta forma, quando a realidade que o envolve trata-se de um jogo repetido[1], tal indivíduo tende, a partir da observação que faz das regras e dos jogadores, a agir de forma que seus benefícios sejam maximizados e seus custos reduzidos. Esta forma de interpretar as ações sociais é amplamente utilizada por diversos teóricos sociais, como afirmou Coleman, teórico que apresenta grande contribuição para este trabalho:


O nível individual da teoria da ação que usarei neste livro é a mesma teoria proposital da ação utilizada no estudo de Weber sobre o protestantismo e o capitalismo. É a teoria da ação utilizada implicitamente pela maioria dos teóricos sociais e pela maioria das pessoas na psicologia de senso comum que sublinha a interpretação de suas próprias ações e as alheias (COLEMAN, 1994, p. 13).


 Boudon (1998 apud HIGGINS, 2005, p. 179), afirmou que o auto-interesse é a melhor explicação do comportamento, o que não significa que outros postulados não sejam válidos. Afirmar que uma dada motivação é a melhor explicação para a ação social, não é o mesmo que dar-lhe exclusividade de capacidade explicativa ou que seja uma explicação completa ou conclusiva.



[1] O conceito de Jogo repetido está associado ao contexto em que o participante já tem conhecimento das regras e funcionalidades da situação devido a repetição dessa mesma situação em momentos anteriores.

Castells debate os dilemas da internet


Para sociólogo, breve todo planeta estará conectado; Google e Facebook não são ameaça. Grande desafio é manter liberdade na rede
Entrevista a Sergio MartinRádio Europa Aberta | Tradução: Daniela Frabasile eGabriela Leite Martins

Bertolt Brecht: nada é impossível de mudar

O papel da Mídia

Apontamentos de Noam Chomsky em torno da mídia popular e do papel da mídia em geral.
"A internet será o que as pessoas fizerem dela!"

Charge: Capitalismo

Bela reflexão de Mia Couto - escritor moçambicano

Mia Couto faz uma reflexão em torno do medo que marca a sociedades contemporâneas.
Encerra com a seguinte reflexão baseada em Eduardo Galeano:

"Os que trabalham têm medo de perder o trabalho; os que não trabalham têm medo de nunca encontrar trabalho; quando não têm medo da fome têm medo da comida; os civis têm medo dos militares; os militares têm medo da falta de armas e as armas têm medo da falta de guerras e, se calhar, acrescento agora eu, há quem tenha medo que o medo acabe".

Livros digitais grátis

Agora o  IPEA oferece gratuitamente duas versões das publicações: Ebook eEpub.

Os livros podem ser visualizado ou baixado aqui

Valorização do magistério


Prezados leitores do blog Café com Sociologia,

Estarei abrindo um parêntese nesse blog para colaborar com o protesto do professor de Geografia Cleverson de Sá, de Minas Gerais. Peço que também colaborem clicando acima em share (compartilhar no facebook).

Seu protesto está ligado a duas situações correlatas que vem acontecendo em Minas Gerais (governo do PSDB) e em muitas outras localidades desse Brasil a fora: baixos salários dos professores do Ensino Básico e quando estes vão as ruas reinvindicar são fortemente punidos.

Segue o relato do professor Cleverson:

Meu salário do mês de JaneiroOlha a minha maior motivação para retornar as aulas em fevereiro!!!!Vou sacar meu salário, comprar um Hot Wheels e depositar o restante na conta poupança do Henrique!!!Aliás, com este salário tenho algumas vantagens como ficar isento com o IR e posso me candidatar ao programa de Bolsa Família...rs. Mas o mais importante: ninguém terá coragem de me pedir dinheiro emprestado.


Segue ainda o comentário...

    •  
      Só para esclarecer alguns que ainda defendem a política do Governo de Minas: Aqueles que me conhecem há algum tempo sabe que minha vontade de lecionar sempre foi grande. Minha formação profissional me dá condições também de trabalhar na área de pesquisa como bacharel, mas sempre quis estar em sala de aula. Sou concursado, mas nunca deixei de correr atrás de outros objetivos. Por competência, da mesma forma que fui aprovado em um concurso público, abri portas em escolas particulares. Hoje trabalho em duas instituições reconhecidas em minha cidade, em um cursinho pré-vestibular e mantenho meu vínculo no estado. E quero deixar bem: não nego esforços para dignificar a educação pública, aliás são os alunos desta rede que precisam mais ainda de uma educação de qualidade para um futuro promissor!
      Mas onde está a valorização do professor neste estado que é o terceiro mais rico da Brasil e que vai sediar dois jogos da seleção brasileira?
      Não vou dar uma de Jesus e sair proclamando que dou aula apenas “por Amor”!!! Tenho esposa e filho! Tenho meus sonhos de consumo... que com cinco reais não posso realizar!
      E só para finalizar: Fiz greve, e não repus as aulas! Por quê? Por que se é para ganhar isto, prefiro ficar com minha família nas férias, mesmo que seja dentro de casa por causa das chuvas...

        •  Divulguem ai galera!!!! Tenho vergonha não!!!

Por que não cumpriremos nossas promessas de ano novo?

Foto retirada de http://www.betoveiga.com

Por Cristiano Bodart

Ano novo e as mesmas promessas de sempre: vou estudar mais, vou dar mais atenção aos meus amigos, vou economizar dinheiro para comprar algo...

Por que todo ano as pessoas fazem promessas a si mesmas e não as cumprem?
A Sociologia nos ajuda a entender isso.

Nós possuímos habitus que nos faz agir de uma dada forma. O habitus seria a predisposição a agir de uma dada maneira. Este habitus adquirimos por meio do processo de socialização. Dependendo das experiências que temos ao longo de nossa vida vamos construindo valores e crenças (que nos fornece uma perspectiva do mundo) que nos orientará em nossas ações (grosso modo, podemos dizer que o habitus seria essa predisposição motivada pelas nossas crenças e valores). Por exemplo, se eu tive um contato duradouro com pessoas pacíficas (ao longo de minha criação), frente a uma briga, quase que instintivamente buscarei evitar a confusão. Mas se, ao contrário, eu tiver tido contatos ao longo de minha educação mais duradoura com pessoas violentas eu, quase que instintivamente, agirei de forma violenta frente a uma briga (muitas vezes nem percebemos que fazemos escolhas de como agir, isso devido o hbitus estar intrínseco em nossas vidas). Terei possivelmente a crença de que não posso “levar desaforo para casa”. Essas atitudes são, em grande parte, determinada pelo habitus que possuímos.

Voltando as promessas do ano novo. Quando fazemos promessas para o novo ano, geralmente estão ligadas a algo que naturalmente não o fizemos. Muitas vezes não o fizemos por não ser parte de nosso costume, nosso habitus não nos “força” a agir ou fazer aquilo. Como o habitus é produzido ao longo de nossa educação mais duradoura, ou melhor, ao longo de nosso processo de socialização, teremos dificuldades para cumprir algumas promessas que fogem de nossas atitudes comuns ou habituais (veja que essa palavra vem de habitus). O ano pode ser novo, mas nosso habitus são antigos.
 Não conseguimos mudar nosso habitus de um dia para o outro. Por isso não cumpriremos muitas de nossas promessas. Isso não será de propósito, apenas não estaremos predispostos (disposição prévia) a tais novas atitudes.


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